TROIS PIÈCES D’HOMMAGE

Project Description

Trois Pièces d’Hommage
para dueto instrumental

  • em quatro versões diferentes:
    • Flauta-alto e Piano
    • Oboé d’amore e Piano
    • Clarinete em lá e Piano
    • Saxofone-soprano e Piano
  • data de composição: 1993-1998/ rev.2000
  • duração: ca. 11 min. (4+4+3)
  • andamentos:
    I – Romance… d’hommage à Copland
    II – Elegie… d’hommage à Lutoslawski
    III – Lied… d’hommage à Schumann
  • ante-estreia (versão incompleta, apenas duas primeiras peças): 01/10/1997; Porto, Igreja de Ramalde (comemorações do Dia Internacional da Música); Luís Carvalho (clarinete) / Rui Pinheiro (piano)
  • estreia oficial (versão final completa): 01/11/2000; Porto, Conservatório de Música do Porto (integrado no Encontro de Clarinetistas do Norte-Atlântico); Luís Carvalho (clarinete) / Marian Pivka (piano)
  • outras estreias:
    • versão oboé d’amore e piano: 10/02/2012 – Porto, Clube Literário do Porto – Samuel Bastos (oboé) / David Silva (piano)
    • versão saxofone-soprano e piano: 29/04/2012 – Bairrada, Centro Cultural da Bairrada – Henrique Portovedo (saxofone) / David Knotts (piano)
    • versão flauta-alto e piano: 27/06/2012 – 2º Encontro Internacional de Música de Câmara da Universidade de Évora – Jorge Salgado Correia (flauta) / Helena Marinho (piano)

 


As Trois Pièces d’Hommage são na realidade três pequenos estudos sobre sonoridades específicas. Efetivamente o título inicial da obra foi «3 Estudos de Sonoridades», mas à medida que o processo de composição foi evoluindo a influência de determinados compositores foi-se tornando de tal forma óbvia que acabei por decidir que tal se deveria refletir diretamente nos títulos de cada um dos andamentos. Cada qual reflete igualmente a minha estima pelos compositores mencionados, e alguma particularidade específica da sua obra: a primeira, por exemplo, toma como motivo construtivo um breve momento de dissonância no início do «Concerto para Clarinete» de Copland; na segunda é a incrível polirritmia e por vezes dura politonalidade de Lutoslawski nos seus «Prelúdios de Dança» que tomo como inspiração; já a última baseia-se num breve momento no início do ciclo de lieder «Dichterliebe» de Schumann, em que, a uma nota enunciada pela mão direita do piano responde a mão esquerda com uma harmonia completamente diversa. Uma particularidade adicional destas peças é o uso de instrumentos menos comuns como recitalistas (Flauta-alto, Oboé d’amor, Clarinete em lá ou Saxofone-soprano), assim conferindo ao conjunto uma particularidade tímbrica que deriva do sentido de “estudos de sonoridade” que inicialmente deu origem a este pequeno ciclo.


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