PREMIÈRE RHAPSODIE (Debussy/Carvalho)

Project Description

Première Rhapsodie
Claude Debussy: Première Rhapsodie pour clarinette et piano | Première Rhapsodie pour orchestre avec clarinette principale
Luís Carvalho: Première Rhapsodie pour clarinette principale et petite orchestre

para ensemble ou pequena orquestra com clarinete solista:
*1*1 1ª *1 – 1*100 – harp – 1perc. – strings (1.1.1.1.1 or up to max. 6.6.4.4.2)
ª clarinet como soloista

  • data de composição (Debussy):
    • versão original para clarinete e piano: 1909-10
    • versão para clarinete e orquestra: 1911
  • redução/(re)orquestração para clarinete e ensemble (Luís Carvalho):
    • 2009-10 / rev. e corr. 2020-21
  • duração: ca. 9 min.
  • info pormenorizada sobre instrumentação:
    flauta (+ flautim) / oboé (+ corne-inglês) / fagote (+ contrafagote) / trompa /
    trompete (+ fliscorne) / percussão (1 executante): vibraphone; glockenspiel; crotales; prato suspenso grande; triângulo; caixa de rufo / harpa (ou piano) / cordas (quinteto de cordas solistas ou até máximo: 6 vl.I/ 6 vl.II/ 4 vla./ 4 vcl./ 2cb.)
  • estreia: [inédita]

Concebida por altura do centenário da obra (embora não especificamente com qualquer comemoração em vista), esta nova orquestração/instrumentação da Première Rhapsodie de Debussy pretende essencialmente disponibilizar uma alternativa entre a versão mais tradicional [e original] para clarinete e piano, e a 2ª versão, com acompanhamento orquestral, criada pelo próprio Debussy. Tendo como perspectiva um certo pragmatismo e contenção nos meios instrumentais exigidos (no mínimo, o ensemble que acompanha o clarinete solista pode aqui ter apenas 12 executantes), esta nova instrumentação não é, porém, uma mera “redução” orquestral tout court. Antes, procura preservar as sonoridades “impressionistas” típicas de Debussy, mas numa óptica, digamos, ainda mais “refinada”, mais “leve”, e porventura mais “moderna”, na linha de um restyling estético. Analisando minuciosamente, mas também criticamente ambas as versões do compositor, procurei novos coloridos e texturas sonoras, com combinações instrumentais que devem tanto a Debussy (harpa), como já ao séc. XXI (fliscorne, vibrafone com arco, etc.). A Première Rhapsodie é uma das mais famosas obras do repertório clarinetístico de todos os tempos. Sendo eu próprio clarinetista de formação, foi um desafio ousado, mas igualmente gratificante propor uma nova versão deste marco incontornável da história do instrumento.


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ouvir:
[brevemente]

 

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